sábado, 6 de junho de 2009

Broxante..



Cabeça no passado

O Vasco foi a campo hoje, pelo menos em tronco e membros.
A cabeça estava presa ainda na quarta-feira, pensava nos erros do Gaciba. Isso ficou evidente nas entrevistas dos jogadores após esse broxante empate sem gols.Tudo bem, a equipe veio desgastada, física e psicologicamente, pelo empate com o Corinthians no meio de semana, mas o resultado não deixa de ser desanimador.

Parece mas não é

Parece choro, mas a arbitragem novamente prejudicou o Vasco. Não intencionalmente, como na quarta, e sim por absoluta falta de qualidade do apitador. Não podemos crismar sua arbitragem como descriteriosa, porque parte do pressuposto que sua atuação era regida por um critério, quando na verdade não era. O critério era não ter critério. E o prejudicado, pra variar, foi o Vasco, que teve um homem expuslo. Não que Élton não devesse ser expulso, devia, mas o que não se entende é porque Dias, do São Caetano, em situação semelhante, não foi expulso. A partir daí, a arbitagem seguiu o jogo todo perdida, querendo compensar os erros com mais erros. Conseguiu, diga-se.

Chuta! Chuta!

Mas mesmo disputando uma partida sob a regência de um árbitro sem critéiro,desgatados fisicamente, com um a menos o segundo tempo inteiro, era possível ter ganho. A bola segue teimando em não querer entrar. Ou será que são os jogadores que seguem incapazes de coloca-la para dentro? Fico com a segunda opção. Chances houveram, boas até, mas a ineficácia nas finalizações esta matando o Vasco. Aloísio acena como figura que irá acabar com esse martírio de colocar bolas de futebol dentro do gol.Será?

Será?

Será também que em todos os jogos teremos que contar com miraculosas intervenções de Fernando Prass? É bom saber que debaixo das nossas traves existe um goleiro muito bom e seguro, mas é preocupante o número de vezes que ele tem sido exigidíssimo nas partidas. Sorte nossa que ele corresponde.


Desculpa.

Desaponta o empate, desoloador seria uma derrota. A torcida muitas vezes não entende, quer vitórias a qualquer preço, não aceita desculpas. A desculpa de hoje é até aceitável. Realmente o desgaste pesou, ainda mais com um homem a menos durante toda a segunda etapa.Bom é que agora só jogaremos no próximo sábado, contra o líder Guarani, fora de casa. É bom que vençamos, porque, a partir de agora, acabaram-se as desculpas.

Cadê?

Alguém aí sabe do Jéferson?

Outdoor?

Dinheiro é sempre bem vindo, ao Vasco, então, nem se fala. Mas a diretoria não deve vender espaços na nossa linda camisa por migalhas e muito menos a qualquer um. Espero que a "qualquer um" (guaraviton) tenha pagado um bom dinheiro por essa exposição, é o mínimo. Camisa do Vasco não é bagunça e muito menos outdoor, portanto, respeitem-na.

3 comentários:

  1. Cara, não fosse o jogo do Vascão acho que eu teria cochilado na Colina.
    O time esteve muito abaixo do que pode render. o árbitro apitou muito mal e tava com uma má vontade impressionante contra o Vasco. Se ele gosta de dar cartão, dá pros dois times. Não pode é apitar de forma diferente pra cada time.
    Sábado de repente tô lá em Campinas pra ver mais uma decisão desta série B.

    Abraço e sds vascaínas!

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  2. Concordo com tudo o que foi dito, apenas discordo com relação ao patrocínio. Sei que a camisa do Vasco não é outdoor, mas qualquer receita a mais para os nossos combalidos cofres é sempre bem vindas.
    Nos temos uma dívida que ultrapassa os 300 milhões, para pagar esta dívida é preciso dinehiro.

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Saudações Cruzmaltinas