sábado, 31 de outubro de 2009

Campeões desde 2008


O campo do estádio Castelão não é aquilo a que podemos chamar propriamente de pasto, mas é algo que se aproxima muito disso. Há de concordar que praticar futebol sob o calor escaldante da bela capital cearense, em um campo tão inóspito como aquele, não é das tarefas mais fáceis. O resultado só poderia ser esse mesmo, uma enormidade irritante de passes errados, embora não tenhamos assistido a um jogo morno, mas sim bastante movimentado. O placar de 1 a 1 ficou até de bom tamanho, por mais que ambas as equipes tenham tido outras oportunidades de balançar as redes. Tivesse um pouco mais de calma e precisão no último passe, poderíamos tranquilamente ter saído com a vitória sobre o risível time do Fortaleza. A se destacar positivamente, a valentia da equipe do Vasco, que fez o melhor que pôde diante das condições. Negativamente, a contusão horripilante de Rodrigo Pimpão. Torçamos para que tenha sido apenas um susto.

Na última vez em que visitamos o Castelão, o campo conseguia se encontrar em condições mais impraticáveis do que as encontradas hoje. Meu nível de adrenalina também em muito difere daquele quando da partida contra o Ceará. Naquele dia estava uma pilha, estávamos na segunda rodada ainda do campeonato, tempos em que pra nós a vitória já era suficiente. Ninguém lamentava-se pelo futebol tosco da nossa equipe, quer dizer, só os chatos de sempre. No jogo de hoje me dei ao luxo de assistir deitado em meu sofá, apenas contemplando, sem maiores alterações de humor e com preocupação zero. O narrador fazia questão de a todo momento nos lembrar dos números, chegando a cometer o absurdo de dizer que o vareio que levava o Guarani da Lusa era um mau resultado para o Vasco. Vê se pode? O Vasco já subiu como campeão, e isso não foi hoje, não foi ontem e nem será sábado que vem no Maracanã. O Vasco foi campeão da Série B desde que o Vitória nos empurrou ladeira abaixo no fim do inglório ano de 2008. Portanto, Matemáticos, ocupem-se com seus polinômios e logarítimos, e deixem o nosso Vasco quieto.

Sábado próximo é dia de festa no Maracanã, é dia de lotar o maior do mundo e mostrar ao mundo todo o tamanho do nosso amor, mais uma vez. Todos estão convidados para a festa. No palco, nossos guerreiros, que merecem nossos sinceros aplausos, e o penetra juventude, que vai se arrepender de ter vindo ao Rio.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Coluna de estréia no Supervasco( Domingo no ar, mas vc lê aqui antes)


Mas quem é você?


Olá torcida Vascaína! Eu sou João Vitor Carvalho, um torcedor de arquibancada igualzinho a vocês, com a única de diferença de ser metido a escritor. Apenas um rapaz comum, que transita entre o jornalista e o “pitaqueiro” de botequim. Tenho 21 anos,como quase todo rapaz sonhei em ser jogador de futebol e como não deu em nada estou cursando o terceiro período de comunicação na Faculdade Estácio de Sá, aqui em Petrópolis, onde nasci e fui criado. A partir desta semana, estarei todos os domingos com vocês passando minhas impressões e opiniões acerca do nosso querido Vasco da Gama. Em minhas colunas você não terá informações privilegiadas, não saberá dos bastidores do clube, e raramente me verá falando de política. A política eu deixo para os políticos, o que não me impede de ter minhas posições bem estabelecidas. Não preciso nem dizer qual é, vocês perceberão.


Meu negócio sempre foi falar de futebol. Sem muita onda, rodeios e gracejos. Dificilmente vou preferir uma metáfora ao invés de uma frase direta. Logo aviso que não tenho aqui a pretensão de falar pela nação Vascaína, falo por mim e olhe lá. Se você se identifica com que escrevo, sinta-se a vontade para fazer suas as minhas palavras. Caso contrário, esteja confortável para discordar com a veemência que seja do seu agrado, desde que com respeito. Falta de educação e bom senso não serão tolerados por aqui. Comentários desse naipe conhecerão o potencial da tecla “delete” do meu computador . Sejamos cordiais e façamos desse espaço uma arena para o debate sadio. Lembremos sempre que todos nós somos Vascaínos e, independente as opiniões contrárias, todos queremos o bem do nosso amor mais antigo.


O que você acha do atual elenco do Vasco e o que esperar do futuro?


Fraco. Incapaz de cumprir nossa vocação de grandeza, mas que para série B esteve de excelente tamanho. Um grupo que embora carente de qualidade, entregou-se de corpo e alma a nossa causa e nos devolveu sem muitas dificuldades a elite do futebol brasileiro. Muito por conta do trabalho de primeira linha executado pelo nosso brilhante e competente Rodrigo Caetano e pelo não menos competente Dorival Júnior, que terá em mim sempre um fiel defensor enquanto merecer como merece.


Chega a ser redundante falar que precisamos de vários reforços para a próxima temporada. Atacantes para serem titulares, um meia para jogar com Carlos Alberto, uma dupla de zaga, um volante pelo menos. Isso para começarmos a conversar. Se o Dorival tirou leite de pedra esse ano, tenho muitas esperanças quanto ao que ele pode fazer com um elenco de nível de Vasco, que todos nós esperamos, queremos e cobraremos que o Vasco tenha. Em outra coluna, antes mesmo de ser efetivado e ter minha fotinha e descrição ali em cima (hehehehe), disse que queria fazer jus à música que cantamos nos estádios. Até onde me lembro, “ eu vou torcer pro Vasco ser campeão”. E para isso, antes de mais nada, precisamos ter um Vasco de verdade para torcer, coisa que não tivemos durante alguns tenebrosos anos, uma década quase. Período que podemos chamar de década perdida. Que a próxima, então, seja a do milagre Vascaíno.

Isso não é papo de Fundamentalista Vascaíno, embora o nome do meu blog pessoal sugira que eu seja um (http://www.fundamentalismovascaino.blogspot.com/), é uma questão de natureza estritamente numérica e histórica. Em todas as décadas, fora o hiato da década de 60, semelhante a esse desses tempos, marcamos presença forte em todas as demais.A sensação que o Vascaíno deve ter ao final do Ano é de felicidade e dever cumprido. Nada além de nossa obrigação vencer a série B com o pé nas costas, mas a felicidade provém da esperança de um futuro melhor. O Vasco é um novo clube. Não tem mais aquele ranço de amadorismo e tampouco (Graças a Deus!) aquele cheiro insuportável de charuto. Aos poucos a nova administração da uma nova cara ao nosso clube, uma cara profissional que muito me agrada. Homens sérios como Dorival jr e Rodrigo Caetano trouxeram credibilidade ao Vasco, e hoje, finalmente, podemos dizer que temos um projeto, temos ambições. Muita coisa precisa mudar, o buraco na série A é mais embaixo, e necessitamos de muitas melhoras em nosso elenco se quisermos ser quem somos. Somos o grande Vasco da Gama, nunca ficamos bem no papel de coadjuvantes, nunca importou para nós competir. Desde 1923, quando nossos negros, mulatos e operários atropelaram os “players” da aristocracia carioca, tivemos nosso destino selado. Nascemos para superar obstáculos, nascemos para vencer. Cumpramos, pois, nossa vocação.


Vejo o Vasco hoje no caminho certo, e para alguns isso é ser bovino. Para mim não. Enxergar isso é simplesmente não ser tacanho. Quem não enxerga que o Vasco esta voltando aos poucos ao caminho certo, das duas uma: Ou não torce para o Vasco, ou pior, torce contra.


Agradecimentos.


Gostaria de encerrar essa coluna agradecendo ao pessoal do Supervasco. Ao Marcelo Coelho, que publicou alguns dos meus textos aqui; ao Elisvaldo, dono do site, que aprovou a minha entrada nesse seleto grupo de colunistas; ao Hélio Ricardo, que certa vez divulgou meu blog em uma de suas colunas, o que me deixou verdadeiramente orgulhoso; Ao Marcos Peressoni, que foi quem de fato me fez o convite; e agradeço desde já o seu comentário, caso ele venha.


Saudações Vascaínas de só mais um Vascaíno e somente isso.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

De volta pra casa

Desculpem a todos que acompnham o Blog, mas não tive tempo nesse fim de semana de escrever sobre a vitória do Vasco ante ao Bahia . Vitória que nos devolveu a primeira divisão.

O Vascão voltou e o ano de 2010 já começou!

Prometo uma análise mais elaborada durante essa semana.

Saudações e vem cá, que GOLAÇO o do Élton hein!!

Dessa vez ele calou minha boca.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Incoerentes por excelência, somos torcedores!


Vasco e ABC travaram um jogo repleto de alternativas. Diria eu até que com alternativas demais pro meu gosto. Diferente dos últimos jogos, modorrentos, este esteve em um nível bem acima. Se não foi um primor de técnica, ao menos não deu sono. Muito pelo contrário. Inicialmente supus que a partida seria fácil, quando Fernando fez gol logo no começo. Na comemoração, o zagueiro deu aula de companheirismo e correu até o banco para abraçar o Vilson, ex dono da posição. O que se desenhava como fácil, logo logo complicou, quando Amaral fez pênalti em Júlio César e o ABC chegou ao empate. O Vasco novamente pulou na frente do placar, em pênalti cobrado por Carlos Alberto. E assim terminava o bom primeiro tempo no Frasqueirão.

Regressava do Banheiro ainda, e ao olhar para a televisão, o espanto. Não foram necessários nem 20 segundos na etapa derradeira para o ABC empatar a partida e colocar uma pulga atrás de nossas orelhas. E com um agravante: A saída de bola foi nossa. Conseguimos a proeza de sair com a bola, perdê-la em menos de 15 segundos e ainda por cima levar o gol. Mas a estrela do criticado Fumagali brilhou. Valendo-se de seu principal atributo (talvez único), ele cobrou com categoria a falta e deu números finais a partida. Que ainda teve alguns lances de emoção. Diria eu até que emoção demais pro meu gosto. O ABC se lançou ao jogo em busca do empate e por duas vezes esteve próximo. Em um dos lances, apenas Deus sabe como a bola não entrou, e no outro, se não foi Deus que salvou, foi seu intermediário Fernando Prass, sempre providente.

A vitória nos deixa matematicamente muito próximos do acesso, e a promessa é de um Maracanã cheio e em festa no sábado ante ao Bahia. A consumação numérica do nosso acesso para alguns vai gerar alívio e para outros felicidade . Em mim, as duas coisas. Relendo meus artigos, pude observar certas nuances de pensamentos e sentimentos durante esse ano, o que no meu humilde modo de pensar traduz o que foi o Vascaíno esse ano. Longe de mim querer ser o representante dessa nação, mas todo aquele que se mete a escrever sobre futebol, ciência inexata por excelência, acaba ficando sujeito a algumas incoerências.

Releiam seus colunistas prediletos. Todos em algum momento exaltaram Dorival Júnior como um grande achado da diretoria. Eu continuo com essa opinião, e vejo Dorival como um alquimista, que conseguiu com poucos ingredientes, alguns de qualidade duvidosa(senão muitos), Inventar, é exatamente essa a palavra, um time de futebol capaz de subir de divisão. Para alguns isso é pouco. Volte ao seu colunista predileto e veja que no começo do ano o que sempre valeu e importou foi o acesso. Todos bradavam que tínhamos um time para torcer agora, um time de “homens de honra”, “cavaleiros da Cruz-de-Malta”, dispostos a derramarem sangue no gramado, de lutar incansavelmente pelos resultados. A felicidade provia da entrega de nossos “Templários” e poucos ligavam se jogávamos ou não tão bem. Queríamos acima de tudo, sangue no olho daqueles que nos representavam dentro de campo, o suor do guerreiro era motivo de aplausos. O Vascaíno mudou de pensamento, o que passou a importar de uns tempos pra cá foi jogar bem. Queremos que o nosso time de segunda jogue como um da elite da primeira, para nos sentirmos já como pertencentes ao primeiro escalão. Algo que me soa paradoxal: queremos prazer no ano do sofrimento. Viemos aqui pagar nossos pecados ora essa, e não é porque o time joga mal umas quantas partidas que tudo vai mal. Esse ano eu termino feliz e aliviado. Aliviado por enfim estarmos voltando ao nosso lugar, e feliz por enxergar seriedade, competência e um projeto bem encaminhado para o futuro, para que aí sim, sejamos novamente o Vasco da Gama, que faz jogo duro com o Manchester United, e não com o ABC de Natal.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Um passo mais longe dos Enricos!




Em um jogo onde o Nílton faz um gol de bicicleta, o Amaral um gol de craque, o Titi um de centro-avante, pode se esperar de tudo. Podemos esperar, inclusive, que alguns torcedores reclamem do time mesmo que ele tenha vencido por 4 a 1. Os chatos dirão que não traduz o que foi o jogo, insistirão em chamar o técnico de burro, apesar da vitória só ter sido construída a partir das mexidas que fez na equipe. Dirão esses: Tá vendo, porque só foi testar o Magno nesse fim de campeonato, já que esta mais do que na cara que o rapaz é um fora de série?(atenção, ironia).


Talvez o placar não traduza fielmente o que foi a partida, mas reclamar disso já é demais também. Para quem não vencia há 3 jogos, adversários do mesmíssimo quilate do Vila Nova, 4 a 1 ta de ótimo tamanho. Mas vem cá, eu dou um doce para aquele que me explicar o que passa na cabeça dos jogadores de Futebol, em especial na do Amaral e na do Élton. Logo o nosso bravo volante, odiado por muitos, e aceito por outros, que nunca faz gol, quando faz, me da uma dessas de sair comemorando provocando a torcida. O sujeito ao invés de explodir com a galera, selar a paz, prefere a provocação. O Élton é pior, pois fez o gol quando a torcida era só alegria, e mandou todos calarem a boca. Eu pergunto, por que? Por que ele fez um gol sem goleiro contra o Vila Nova? Perdeu uma bela chance de correr até ao alambrado e ouvir ” Uh ta maneiro, o Élton é artilheiro”, mesmo que saibamos que ele é meio perna de pau.


Sou totalmente contra as vaias durante os jogos. Existem, para mim, dois momentos para se vaiar: No intervalo e no final do jogo. Durante é infrutífero. Eu nunca vi a vaia ajudar ninguém a jogar melhor. E o que nós, enquanto torcedores, queremos do nosso time: execrar jogadores, ou mesmo sabendo das limitações deles apoiá-los rumo a vitória? Cada passo dado em direção á primeira, nos afasta dos vários ” Enricos” que temos no nosso time. Sei que tem gente que gosta de vaiar, e usa o argumento que me provoca náuseas: “Eu tenho direito de Vaiar, afinal, to pagando!” Se nem no "Zorra Total" isso é engraçado, que dirá na vida real. Não é porque você pagou o quanto for, que você tem direito de ir lá pra São Januário atrapalhar meu Vasco a sair dessa. Vaie mas vaie na hora certa. E, vocês, jogadores, quando fizerem seus golzinhos, comemorem, pois o que nós mais queremos é aplaudi-los.
* Em tempo: Que benção é essa seleção Sub-20! Nela, o Alex teixeira é Gênio e o Alan Kardec é craque. O alex a gente segura, mas poderíamos dar um jeito de arrumar um dinheiro com o Kardec. Deixemos que um gringo gaiato iludido compre ele acahando que é bom. Temos que aproveitar essa maré boa dele, sabe-se lá até quando vai durar...

sábado, 10 de outubro de 2009

Vou torcer pro Vasco ser Campeão?


Hoje meu querido avô completou 90 anos. Família reunida, primos de São- Paulo, tios de Minas Gerais, e mais uma porção de cabelos brancos lá estiveram. Uma festa que me fez sentir incrivelmente jovem. Não foram poucos a tentarem me demover da idéia de assistir ao jogo do Vasco. Ainda mais quando souberam que o jogo em questão era diante da Ponte-Preta. Optei por uma saída à francesa, até para evitar os costumeiros comentários de “ Nossa! como Você cresceu” e “olha como esta bonito o João”, por mais que esse ultimo massageie agradavelmente meu ego. É difícil realmente entender os motivos pelos quais um sujeito abandona uma confraternização familiar para assistir um jogo de futebol. O que melhor explica é o sentimento que não para e nunca parou. Sentimento esse que me fez e me faz, enfurnar-me nos aprazíveis “pé-sujos” da minha bela e monótona Petrópolis.

Admito que gosto da experiência. Nada me satisfaz mais do que assistir à um jogo com verdadeiros Vascaínos. Senhores que, mesmo assistindo a televisão, conservam o hábito de escutar as partidas no chiado da incomparável freqüência AM. E se eu sofro com o time que vejo em campo, que dirá o senhorzinho ao meu lado, que me contava radiante as histórias do insuperável Ademir Menezes.
Estive um tempo afastado dos escritos, e não foi somente por causa da cascuda semana de provas na faculdade, a qual passei, espero eu e em deus, sem maiores problemas. Gosto de escrever quando sinto que de fato tenho algo a acrescentar, embora eu saiba que não agrade a todos, mesmo porque nem Jesus agradou a todos e minha pretensão, óbvio, não chega a tanto. Não quis chover no molhado quanto a situação vergonhosa dos NOSSOS funcionários. Sim,NOSSOS. Afinal, “o Vasco é meu” ou não é? Envergonho-me profundamente do meu Vasco não pagar os salários daqueles que dão a vida pelo clube.
E pra não ficar somente nesse rococó literário, Falemos então da partida que me fez abandonar os festejos de noventa anos do meu vovô Chico, velinho lúcido, firme, e que tenhamos nós a sorte de sermos metade do grande homem que foi e ainda é.

Preciso dizer que o primeiro tempo foi uma porcaria? Acho que não né? Preciso dizer que o árbitro e seus auxiliares são uma porcaria? Não né?. Pulemos pois ao segundo tempo, que também foi uma porcaria. Vou me esquivar de análises táticas, pois é certo que colunistas mais competentes a farão. Não há o que se reclamar de escalações. Muitos farão gracejos e rodeios para justificar as más atuações do Vasco. O popular do bar não era muito afeito aos rodeios e sem “meu pé me dói” cravou: O time do Vasco é ruim! Logo, é simples a receita. Time ruim, contra time ruim, é possível, e provável, que o jogo seja ruim. E foi, mais uma vez. Um 1 a 1 safado e que se ficasse no 0 a 0 seria justo.

Vovô Chico me ensinou a ver o lado bom das coisas. O lado ruim dos resultados adversos são óbvios, não carecem de explicações, mas o lado bom as vezes é mais obscuro. Se podemos depreender algo bom dos patéticos e vergonhosos resultados do Vasco nessa não menos patética e vergonhosa divisão, é percebermos o quanto antes o que o popular percebeu sem muita dificuldade: O time do Vasco é ruim! E vai ter que melhorar muito para o Ano que vem. E que não me venham farrear a conquista de um G-4 ou algo do tipo, pois a música que eu canto em São Janu, no Maraca, é muito clara: Eu vou torcer por Vasco ser campeão! E pra ser campeão, precisamos de muito mais. Sigo na torcida, e espero que comece na prática o 2010 que já deveria ter começado na teoria.

domingo, 4 de outubro de 2009

Sem campo, sem jogo


Não tinha campo.


Quiçá juiz.


Não teve jogo.


Por que iria ter crônica?


Força maior me impediu de ver o futebol menor de Vasco x Bragantino.


Me conte nos comentários como foi...