quarta-feira, 19 de maio de 2010

A retomada da confiaça e o primeiro passo


O Vasco andou meio sumido esses últimos tempos, fazendo com que uma sombra e um desgosto profundo pousasse sobre mim. Acabei sumindo também. Não tinha realmente nada a acrescentar, se é que acrescento algo para alguém.

Antes de debruçar-me sobre o tema central deste artigo, farei uma breve análise de tudo que senti, particularmente, a respeito do Vasco nessa temporada.

Sabíamos da necessidade de reforços antes mesmo de terminarmos nossa vitoriosa campanha na Série B. Vieram apostas, jogadores com algum brilhareco na série A, um técnico da nova geração, e embora os novos jogadores e novo técnico não fossem tudo aquilo que esperávamos, o sentimento vascaíno era de confiança e esperança numa boa temporada.

Fomos bem no carioca, o Vasco de fato jogou bem algumas partidas, mas perdeu de forma melancólica e inesperada a final da Taça Guanabara, na qual entrávamos com amplo favoritismo. Degringolamos, Mancini caiu, Gaúcho assumiu, e o Vasco continuou sem se encontrar. Perdemos a Taça Rio, dessa vez com a ajuda dos velhos e batidos Flavorecimengos.

Apostamos as fichas na Copa do Brasil, na qual, desde a primeira partida, contra o Inexistente futebol clube, não nos impusemos como time grande. Fomos ter a referida postura apenas no último jogo da campanha, quando já era tarde demais. A atuação da arbitragem novamente foi decisiva para a desclassificação, mas, ainda mais decisiva, foi a atuação vexatória em Salvador.

Vivi uma gangorra de emoção, que oscilou da esperança e confiança absoluta numa temporada de ressureição à desesperança e temor por um novo rebaixamento que seria de fato a morte do Vasco.

Com a chegada de Celso Roth, técnico que pedi desde a saída de Dorival, meu blog esta aí pra confirmar, se ainda não retomei, nem retomarei toda a esperança, pelo menos perdi grande parte do medo da morte. Ao menos já estou um pouco mais motivado e prometo ser mais assíduo por aqui.

Cheguei a escrever uma coluna no Supervasco intitulada “ Um feio arrumadinho”. Explico. Embora não tenhamos montado um elenco espetacular, montamos um mediano, como a grande maioria das equipes da série A. Um elenco feio, como a grande maioria, mas que, arrumado, pode fazer uma graça na primeira divisão.

Um mínimo de organização tática, aguerrimento, 3 ou 4 peças de reconhecida qualidade, acredito que podemos até sonhar com algo mais. Vejo em Celso Roth a capacidade de mudar esse quadro de apatia e desorganização que se abateu sobre nossa equipe.

Disputar com dignidade a série A nunca será o suficiente para grandeza do Vasco, mas antes de se chegar ao longe, é necessário dar o primeiro passo. Confio na competência de Celso Roth para nos guiar nessa caminhada.

3 comentários:

  1. Concordo com você e entendo que Roth não é o melhor mas é o melhor hoje para o Vasco. Escrevi algo sobre isso e queria saber se vc concorda: http://porquesouvasco.blogspot.com/2010/05/nao-ta-bom-mas-tambem-nao-ta-tao-ruim.html

    Saudações vascaínas

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  2. Salve amigo Almirante. Assim como vc sou um vascaíno apaixonado pelo clube.

    Espero que o Roth consiga arrumar a casa o mais rápido possível. Sei que ele não é grande coisa, as sendo melhor que o Gaúcho já consegue elevar um pouquinho a confiança do grupo.

    Aproveito para convidá-lo a visitar o meu blog www.vascaoamoreterno.blogspot.com

    eu ficaria muito contente com suas visitas e comentários.

    Abraços e Saudações Vascaínas !!!

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  3. Prezado Diego, tenho amigo em comum que me afirmou que nosso Diretor-Executivo, Rodrigo Caetano esta se encontrado constamente com o Celso Barros, Presidente da UNIMED, patrocinador do Fluminense FC, para tratar sua saída do Vasco. Vocês acham que isso seria bom ou ruim para o nosso Vascão.

    João Silva

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Saudações Cruzmaltinas