segunda-feira, 25 de abril de 2011

Restabelecer a verdade


Demorou mas chegou!

Entre o Bonde sem freio e o Bonde sem pênis, torcia justamente pelo primeiro.

Quero eles em todas as finais até o fim dos tempos.

É chegada a hora de restabelecer a verdade dos fatos e impedir que a mentira seja contada pela milésima vez e, portanto, que se transforme em verdade.

Evidente que não será fácil, porque Clássico dos Milhões nunca é.
Numa análise subjetiva, logo sem levar em conta apenas resultado, o Vasco se apresenta, se distribui e joga melhor que seu rival. O momento técnico vivido por nós é superior, embora no sábado isso não tenha sido mostrado.

Mas tudo será anulado antes da decisão, tal como o retrospecto recente favorável a eles.

Outro jogo, outros jogadores, outra história.

Chegamos encorpados e com totais condições de escrever um novo/velho final.

Chegaremos também, provavelmente, em vantagem física para o duelo, apesar dos clássicos e das finais serem sempre sinônimo de superação.

Gostei do que disse o Felipe após a partida diante do Olaria.

O Vasco realmente vai precisar jogar mais para ser campeão. Um jogador em especial vai precisar ser mais do que vem sendo.

Diego Souza têm andado em campo e pouco justificando o número que usa às costas. Que o faça agora, quando mais precisaremos de nossos principais jogadores.

Vencê-los domingo é apenas o primeiro dos três passos que precisaremos dar para comprovar nosso renascimento. Espero que todos os jogadores entrem cientes da responsabilidade que temos para com nós mesmos e para com a verdade e a virtude!

Nós temos que ganhar dos “caras”!

Não existe, simplesmente, qualquer outra alternativa! É questão de honra!

terça-feira, 19 de abril de 2011

"O Vasco tem que esmagar o Olaria"



Vasco x Olaria


Alecsandro x Élton


Diego Souza x Bernardo


Eu odeio o Rômulo

domingo, 17 de abril de 2011

Almirante Multimídia



Para quem não me conhece, sou esse aí.


Falo que esse é o primeiro vídeo do meu canal, mas descobri que não sei como criar um....=/


quinta-feira, 14 de abril de 2011

DOUTRINAÇÃO


Dedé é seleção, mas vamos torcer para que o Mano não perceba isso


A facilidade com a qual o Vasco DOUTRINOU o Náutico foi absolutamente supreendente.

A tarefa foi ainda mais facilitada pelos anfitriões, que imaginaram ter condições de jogar de igual para igual com um time imensamente superior.

Na primeira etapa o Vasco já poderia ter selado sua classificação à próxima fase.

Na segunda, era possível ter desenhado uma goleada histórica sobre o frágil time pernambucano. Uma diferença de 5 ou 6 gols traria mais fidelidade ao que se viu em campo.

Não destaco ninguém individualmente, preferindo exaltar a atuação IMPECÁVEL da coletividade.

Harmonizado em seus três setores, o Vasco seguramente fez sua melhor partida na temporada. Exibição de gala que traz mais confiança e explode em esperança o coração dos vascaínos.

E para continuar na série “ isso só pode ser bom sinal”, aproveitarei o gancho de nossa irrepreensível apresentação para fazer considerações e projeções.

Primeira delas. Temos hoje, depois de muito tempo, uma bola parada de qualidade. Diego Souza, Felipe e Bernardo, principalmente, são jogadores com muita qualidade nesse tipo de lance. Sabemos que no futebol equilibrado e competitivo, a bola parada muitas vezes é o que resolve. Hoje, até gol de escanteio rolou. Cobrança de escanteio perfeita de Diego Souza, completada com firmeza pelo zagueiraço-aço Dedé. Falando em bola parada... o REI dela tá chegando hein.

Segundo ponto. Apesar de nem todos estarem convencidos do Alecsandro, ele é um jogador superior a todos que tivemos na posição nos últimos tempos, exceto, talvez, o Leandro Amaral. Mesmo em claro impedimento, ele estava lá para conferir, como autentico centro-avante. Não é o jogador dos sonhos, mas pode anotar que será o autor de muitos gols desse tipo em partidas mais difíceis.

Terceiro ponto. A defesa está se solidificando. Além do Dedé, zagueiro que muito em breve estará na seleção, Anderson Martins já demonstra que é capaz de jogar ao nível de seu companheiro. Não só são bons os zagueiros, como também cada vez mais se fortalece o sistema defensivo, com boas atuações de Rômulo(quem diria) e Felipe Bastos na proteção, esse último ainda aparecendo muito bem nas finalizações de média e longa distancia. A defesa também se fortalece na medida em que a equipe consegue ter um bom volume ofensivo e mantém a bola no campo de ataque, em grande parte do tempo.

Em suma: Vê-se hoje um time com cara, corpo e personalidade de time grande. Uma equipe que reúne qualidades imprescindíveis para o êxito no futebol competitivo, tais como, sistema defensivo firme, meio campo criativo, excelentes opções ofensivas, excelentes opções de banco, bola parada de qualidade ( O Rei dela ainda tá voltando hein), confiança, organização.

Já disse e repito: Quando o Vasco se alinha e se confunde com sua torcida, torna-se forte como poucas equipes são capazes.

O Vasco já faz por merecer um olhar mais atento da imprensa, que ainda reluta em dizer que nós temos um elenco para lá de razoável, capaz de formar um time fortíssimo, que jogará de igual para igual com muitos, e com superioridade em relação a outros tantos.

Nunca estivemos, efetivamente, tão perto de encerrar nosso jejum. A confiança domina, com todo direito, a nação vascaína.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Inevitável!



Todo ano o discurso se repete, e por que seria diferente? Afinal, toda temporada a impressão que dá é que a Copa do Brasil foi pensada e talhada para fazer do Vasco campeão. Registre-se: Impressão comum a todos os times grandes.

Vencendo a lógica, algo que nem sempre acontece na CB, iremos nos defrontar nas semi-finais com o São Paulo. Aí, meu querido, não podemos dizer que haja um favorito. Mas, reitero, nem sempre vence a lógica. As vezes é o Juventude que vence, o Paulista, o Criciúma e o Náutico, por que não?

E se em todos esses últimos anos a Copa do Brasil pareceu talhada para fazer o Vasco campeão, dessa vez existe uma grande diferença: O Time do Vasco também foi pensado como Vasco, talhado para brigar em pé de igualdade pelas taças.

Nesta Quarta-Feira, nos Aflitos, dificilmente encontraremos vida fácil. A julgar pelas minhas recordações, o campo do Timbú é uma vergonha e normalmente os jogos travados lá ganham um “quê” de batalha, mais por esse fator do que por qualquer outro.

O ABC nos ensinou uma importante lição na última fase. Fazer gols fora de casa é primordial para que os confrontos trabalhem a serviço da lógica. Essa deve ser nossa missão em Pernambuco, mais até do que conquistar uma vitória, que nos CLASSIFICARIA de forma ANTECIPADA.

Quer dizer né...

Se o Vasco trouxer uma boa vantagem para casa, apenas a BURRICE EXTREMA da torcida, que levou um passa fora muito bem dado do Felipe, pode atrapalhar. E, por favor, argumentem como quiserem a respeito disso, apenas não digam:” A torcida paga e tem direito de fazer o que quiser.” NÃO TEM! Um direito que a torcida, por exemplo, não tem, é ir no estádio prejudicar o meu time, justamente quando ele dá claros sinais de evolução.

A parte isso, acredito em classificação no confronto, apesar de não estar convicto de que venceremos nos Aflitos.

Ricardo Gomes deve escalar o mesmo time de Sábado, provavelmente trocando Bernardo por Diego Souza. Alteração que me agrada, até por achar que Bernardo é melhor como opção de banco do que Diego. Até, também, para que o rápido sucesso não tome a cabeça de nossa revelação. Se agir assim, Ricardo Gomes agirá certo.

É preciso manter Bernardo constantemente pensando em mostrar serviço. Não que Diego também não precise, precisa! E Mostrará, tenho certeza, tanto quanto tenho de que o Alecsandro é bem superior ao Élton.

Bernardo, Felipe, Alecsandro, Diego Souza, Dedé.. Juninho! Faz tempo que não pronunciava tantos bons jogadores, sendo eles todos do Vasco. Que bom, né? Problemas de escalação agora são por grande quantidade e não por pouca qualidade.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Só pode ser bom sinal!


Bernardo foi decisivo e salvou o Vasco do vexame em São Januário

O Vasco venceu o ABC beneficiado pela arbitragem. Ponto.

Sem o pênalti inexistente marcado sobre Ramón, convertido por Alecsandro, possivelmente amargaríamos mais um daqueles vexames.

Ontem jogamos o tipo de partida que pode destruir toda uma temporada, abalar todo um projeto, instaurar uma crise devastadora dentro do clube. Partidas que já nos cansamos de ver o Vasco perder.

Mas, dessa vez, vencemos! E Com ajuda da arbitragem!

Tem algo bom vindo por aí! O Universo haveria e haverá de nos compensar ainda mais!Só pode ser bom sinal.

Não me lembro da última vez que o Vasco tenha sido decisivamente ajudado numa partida importante. Prejudicado, consigo de cabeça lembrar milhões.
Curioso também que não me lembro de tanta indignação por parte dos comentaristas. Não lembro de terem usado o termo ESCANDALOSO quando o Willians meteu a mão na bola na semi final da Taça-Rio ano passado, ou considerado ULTRAJANTE o pênalti não marcado em cima do Élton na semi final da Copa do Brasil 2009, contra o Corinthians.

O Vasco venceu ajudado, mas não foi só a arbitragem a responsável pelo resultado.

Começamos mal o primeiro tempo, inexplicavelmente tentando chutar todas as bolas do meio campo. Não é possível que isso não seja uma recomendação, errada, do treinador. Ricardo Gomes deveria desencorajar jogadores como Rômulo e Ramón de tentar arremates. Dessa maneira, queimamos diversos lances de ataque. Sem nos encontrar na partida, víamos o ABC crescendo para cima do Alan. E o que faz a defesa do Vasco? Abandona o Allan, quase que pedindo; “ façam o gol explorando nosso lateral improvisado”. Alan leva um drible infantil, ridículo, leigo, amador, Dedé recua inexplicavelmente para o meio da área, os volantes ninguém sabe, ninguém viu, e gol. E Drama! E caos!

Mais o Vasco precisava de resultado, e mais se afobava para tentá-lo de qualquer maneira. Na volta para o segundo tempo, parece que o time retonornou mais calmo, mais concentrado. Foi aí que veio o lance do pênalti. Para mim, inexistente, para o juiz, ainda bem, claríssimo, com direito a expulsão e tudo mais. Bola na rede, tudo igual, mas o drama ainda pairava sobre a colina.

Recomeçava o jogo de nervos. O ABC parou de assustar e o Vasco martelava, martelava, e errava, errava, errava. Felipe descortinou passe fantástico para Alecsandro, que dominou com estilo jogando na frente, saiu na cara do goleiro, vai Alecsandro.... Não!!!! Não é possível que se perca um gol daqueles, num jogo daqueles, com todos aqueles torcedores aflitos, naquele estádio, e nessa casa. Até que Éder Luis, incansável, tabela com Alan, invade a área, adianta um pouquinho, vai no gás e dá toque consciente para Bernardo chutar com raiva e explodir em alívio a nação cruzmaltina.

O Vasco, que há anos se especializa em anti-climax, consegue vencer, avançar, embalar, permitir que o torcedor também tenha sua confiança estabelecida. Importa muito para o nosso time nessa fase os resultados, mais até do que a regularidade de um grande futebol. Nosso time ainda está se ajeitando, as peças ainda estão se encaixando, mas o importante é perceber evolução a cada partida, e perceber que dentro de campo finalmente temos time para não temer qualquer adversário e jogar verdadeiramente como time grande, como Vasco.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O Vasco que se pensa como tal





Bendita Taça Guanabara!


Sem aqueles resultados pífios e enganosos (Sim, enganosos, porque o Vasco era melhor do que os placares indicavam) o diagnóstico do fracasso não teria sido feito de forma antecipada. Correríamos o risco de estar até hoje com o time que iniciou o ano. Correríamos o risco de passar por 2011 novamente sem almejar nada.


O fracasso obrigou nossos diretores a fecharem as bocas e abrirem os cofres. E é isso que a torcida sempre cobrou, e não é de hoje. Antigamente, a revolta era pelas bravatas, nas quais nossos pífios elencos “não deviam para nenhum time do mundo”, segundo seu dirigente.Na atual gestão, era pela inércia e aparente satisfação com a mediocridade. Sabia-se e reconhecia-se a mediocridade, que se pelo menos não era bravateada, tampouco era combatida. Na teoria, a prática era a mesma.



E por isso que agradeço a Taça Guanabara, que se encaixa perfeitamente na categoria “Males que vem para o Bem”. O time foi obrigado a se reformular. Algo que não acreditava ser possível, não por falta de aviso, foi fundamental no processo. A saída de Carlos Alberto revelou um grupo mais unido, leve, alegre e principalmente um Felipe mais desenvolto, mais participativo, mas justificador de trezentas pratas no fim do mês.


Chegaram Diego Souza, Bernardo, Alecsandro, sangue novo, gente nova, gente boa. Hoje não é bravata, e não me causa nenhum constrangimento dizer que o Vasco tem potencial para vencer os quatro títulos que disputará na temporada. Atenção, POTENCIAL. Ricardo Gomes tem a sua disposição material humano para fazer do Vasco um time forte como há muito tempo não tínhamos. Um time que quando se confunde com sua torcida, torna-se imbatível.


A volta de Juninho resgata a lembrança do Vasco vitorioso, aumentas a esperanças do futuro, reacende a esperança no coração vascaíno. Claro que ele não será mais o mesmo de antes, mesmo assim será um jogador de um patamar acima da maioria tanto dentro, quanto fora de campo. É impossível enxergar uma liderança mais positiva para um grupo do que a de nossa Majestade.



O Vasco se monta e se pensa, finalmente e novamente, como o gigante que é. Não falo de um time perfeito, de um elenco galático, mas da nova atitude que o clube toma em relação a seu futuro. Finalmente se enxerga na prática a vontade de fazer o Vasco, nem novo, nem velho, mas Vasco, um vencedor por excelência.